Gestação do coração · Habilitação · Processo · Sem categoria

Nova Lei

Oi, pessoas!

Provável, muito provável que todos já saibam disso. Mas me sinto na quase obrigação de vir aqui falar que o fora Temer assinou a lei 13 509 de 2017 que modifica o ECA no que se refere a adoção (rolaram uns vetinhos, mas tudo bem. rs). Quando a gente achava que 2017 não ia dar mais em nada, né?

Para ver na íntegra, leia aqui. 

De novidade boa o que tem?

  • Tem prazos bem definidos para que os processos andem e que as crianças passem o menor período possível sem convivência familiar (adotiva ou biológica, desde que saudável e feliz);
  • Essa lei também regulamenta alguns pontos do apadrinhamento afetivo;
  • E reforça que o bem-estar da criança é prioridade e responsabilidade do Estado e da sociedade.

Quanto aos prazos, achei ponto alto:

§ 10.  O prazo máximo para conclusão da ação de adoção será de 120 (cento e vinte) dias, prorrogável uma única vez por igual período, mediante decisão fundamentada da autoridade judiciária.

Mas tem muitas outras coisas boas.

 

E quem tem preguiça de ler lei, tem essa matéria da grande mídia! (E um monte de outras pela internet afora).

E agora o que falta?

Falta cumprir a lei! A prática tá distante da teoria, mas já é um começo, né? Tô otimista hoje! rs

A notícia é boa para gestantes do coração, mas é melhor ainda para as crianças do Brasil – como deve ser!

Até semana que vem!

Abraços!

Cada dia mais perto!

 

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Gestação do coração · Nossa história · Sem categoria

(by ele) Sobre esperar, por tempo indeterminado

Atendendo ao pedido de minha esposa (essazinha aí do blog Sobre Adoção), vim escrever um pouco sobre a espera, sob o meu ponto de vista.

A espera de alguém que não sabemos quando chegará é algo perturbador, ainda mais se tratando da maior responsabilidade que alguém pode ter na vida: outra vida. Já imaginou? Estou eu de bobeira trabalhando, como em qualquer dia, e meu telefone toca, e é uma assistente social me dizendo que meu filho (ou minha filha) está lá, para eu buscar, AGORA!

Ou pior, estou em alguma situação que não posso ser contatado e minha esposa recebe a ligação e vai buscar a criança sem mim… Chego em casa e encontro ambos lá, se curtindo e felizes. Como me sentiria? Será que eu sobreviveria ao impacto?

Exageros à parte, tenho a total certeza de que será o primeiro melhor momento da minha vida, onde todo o restante se tornará ínfimo perante ele: a espera, a preocupação de lidar com os gastos (ainda mais nessa crise…), a preocupação maior de não saber se darei conta de ser pai…

No fim, só posso concluir que vai ser maravilhoso, não tenho dúvidas. Mas todo o momento anterior será (já está sendo), no mínimo, complicado. Saber que passaremos de uma situação de futuros pais que não sabem quando seu bebê vai chegar, a um casal com um filho, DE UM DIA PARA O OUTRO, é o que mais me assusta. Mas, como disse anteriormente, a partir do momento que a criança chegar, todo o resto passará a ser ínfimo.

O problema é viver o “até lá”.

E vamos vivendo, até lá…

“Cada dia mais perto”

Habilitação · Processo · Sem categoria

Licença Paternidade

Uma boa notícia para os funcionários e funcionárias do Estado do Rio de Janeiro. A emenda constitucional 63/2015 promulgada em 21 de Dezembro de 2015 alterou, entre outros, o artigo 92, inciso VI, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, passando a duração da licença-paternidade dos servidores e funcionários do Estado do Rio para 30 dias.

Sei que em alguns outros lugares já é assim e minha esperança é que isso se estenda também para o âmbito federal e para os setores privados.

Estender a licença paternidade significa responsabilizar também (ainda que por enquanto não seja em igual proporção) o Pai pelos cuidados do filho, ou seja, o Estado e a sociedade reconhecem que o cuidado com os filhos não é responsabilidade exclusiva das mulheres. Sabemos que a amamentação, obviamente, é exclusividade das mamães, mas nem toda mãe amamenta e os papais podem realizar outros cuidados com o bebê e/ou com a casa.

E na adoção? Na adoção essa equidade fica mais evidente. A maioria das mães adotivas não amamentam, de qualquer maneira,e, em alguns casos, os filhos já chegam crescidinhos, então por que nós podemos ficar em casa, durante o precioso período de adaptação, e os homens não?

Essa é ou não é uma boa causa para lutar?

Até breve!