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Licença Paternidade

Uma boa notícia para os funcionários e funcionárias do Estado do Rio de Janeiro. A emenda constitucional 63/2015 promulgada em 21 de Dezembro de 2015 alterou, entre outros, o artigo 92, inciso VI, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, passando a duração da licença-paternidade dos servidores e funcionários do Estado do Rio para 30 dias.

Sei que em alguns outros lugares já é assim e minha esperança é que isso se estenda também para o âmbito federal e para os setores privados.

Estender a licença paternidade significa responsabilizar também (ainda que por enquanto não seja em igual proporção) o Pai pelos cuidados do filho, ou seja, o Estado e a sociedade reconhecem que o cuidado com os filhos não é responsabilidade exclusiva das mulheres. Sabemos que a amamentação, obviamente, é exclusividade das mamães, mas nem toda mãe amamenta e os papais podem realizar outros cuidados com o bebê e/ou com a casa.

E na adoção? Na adoção essa equidade fica mais evidente. A maioria das mães adotivas não amamentam, de qualquer maneira,e, em alguns casos, os filhos já chegam crescidinhos, então por que nós podemos ficar em casa, durante o precioso período de adaptação, e os homens não?

Essa é ou não é uma boa causa para lutar?

Até breve!

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