Minha adoção · Nossa história · Sem categoria

Só mais um desabafo

Eu me esforço pra fazer desse blog mais do que um lugar de desabafos, mas às vezes é necessário e sinto que esse é melhor espaço da minha vida para fazer isso.

Com certeza o assunto todo mundo já sabe e ninguém aguenta mais. Mas bateu uma bad danada. Sinto que estou chegando no limite do meu equilíbrio. Quando decidimos começar o processo há mais de dois anos atrás, devo confessar que achei que seria bem pior, que eu não ia aguentar segurar minha ansiedade, o mesmo aconteceu quando nos habilitamos, pensei que ia enlouquecer com a espera absoluta, sem ter mais processo para acompanhar, documento para anexar.  Mas não. Acabei me surpreendendo comigo mesma. rs. Controlei a ansiedade, com uns eventuais descontroles aqui e ali. Também consegui falar sobre outros assuntos com meu marido, embora, provavelmente, eu toque no assunto com bastante assiduidade. E com as outras pessoas da minha vida, mal falei sobre isso.

Sei lá, talvez também o problema seja um pouco esse. Eu não posso falar com ninguém sobre isso, além do meu marido, e até com ele tenho que encontrar um limite (que nem sempre consigo). Eu preciso viver minha vida como se nada estivesse acontecendo, fingir casualidade quando alguém, educadamente, pergunta quando chega o bebê. Respondo brevemente que ainda estamos esperando, que já faz um ano, mas que demora mesmo por causa do perfil que escolhemos. E partimos pra outro assunto quando na verdade eu queria mesmo ficar horas falando sobre isso.

E então, recorro aos fóruns e grupos de discussão na internet, porque lá sei que todo mundo gosta de falar sobre isso. Mas na verdade, metade das pessoas estão reclamando da burocracia ou da demora e a outra metade fazendo campanha de adoção necessária. Eu fico lá só me agarrando aos relatos esporádicos dos encontros por adoção, que são meu tipo de história preferida.

Olha, nada contra os militantes da adoção necessária. Acho muito bonito e importante e necessário mesmo, o nome diz tudo. Mas cá entre nós é cansativo. E com isso espero não ofender ninguém, mas é cansativo. Eu sinto que estou sempre me justificando, me explicando e até me desculpando por ter escolhido o meu perfil. Até pra mim mesma. Eu não quero adotar pra ajudar ninguém, desculpe, eu só quero ter um filho e eu acho que um bebê se encaixa melhor na minha vida. Viu? Tô me justificando, de novo.

Acho que a melhor imagem para descrever como tenho me sentido ultimamente é a imagem de um barquinho solitário, à deriva, no meio do oceano, sem nenhuma terra à vista. A verdade é que eu não consigo ver nada no meu horizonte. Eu sei que o barco está indo na direção certa, mas agora, nesse momento, não tem nada. Eu estou aqui perdida.

Mais um, mais dois anos pela frente.

Sinto que já fiz de tudo e não sobrou mais nada pra fazer pra passar o tempo. Isso não é verdade, mas também cansei de inventar passatempos. Meu novo objetivo é aprender a meditar, mas está sendo muito mais difícil do que imaginei. rs.

Ai, acho que já chega de drama por hoje.

Vejo vocês semana que vem.

Abraços.

“Cada dia mais perto.”

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Essa coisa de fazer o mundo acreditar

Oi, gente… estou um pouco atrasada, né? Mas aqui estou! rs

Eu tenho a tendência de ter tolerância zero aos comentários preconceituosos quando o assunto é adoção.  Não quero que faça parte da minha vida, da vida de meu filho(a) pessoas com esse tipo de discurso. Mas eu não brigo, eu só avalio que talvez seja melhor deixar essa pessoa fora do meu círculo de convivência.

E é bem fácil saber o que alguém pensa sobre adoção. É só você falar que quer ou vai adotar e a pessoa imediatamente emite uma opinião. Dá pra ler bem direitinho a reação de cada um, seja através das palavras ou simples linguagem corporal. Acho que dá pra contar nos dedos as reações mais neutras, do tipo, ah, legal, e pronto. Sempre tem uma história pra contar, uma opinião, um conselho, um aviso pra dar (como se a gente tivesse precisando).

Claro que todos nós temos preconceitos, coisas do senso comum que a gente nunca problematizou, só reproduzimos discursos sem parar pra pensar de verdade. Por isso que dependendo do quão importante alguém é pra mim, levo esse tempo de espera tentando mostrar meu ponto de vista, o que a adoção significa pra mim, para que aos poucos, os preconceitos sejam quebrados.

Mas hoje me dei conta de uma coisa, não adianta excluir da minha vida pessoas que fazem comentários desnecessários, porque não posso proteger meu filho ou filha do mundo, não cem por cento. E o fato é que o senso comum é que os laços biológicos são mais valiosos, que famílias adotivas são inferiores, estigmatizadas. O trabalho que temos que fazer, como pais, é para que nosso filho(a) não duvide nem por um segundo, por mais vezes que se escute o contrário, do nosso amor e da legitimidade da nossa família.

“Mas talvez você não entenda essa coisa de fazer o mundo acreditar / que meu amor não será passageiro/  te amarei de janeiro a janeiro até o mundo acabar.” (Roberta Campos)

Abraços e até mais!

“Cada dia mais perto.”

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Treze e o plano B

No último post falei sobre os dados divulgados pelo CNJ do número de adoções realizadas ano passado através do CNA. E aqui no Rio de Janeiro foram 13 adoções. Uma amiga do blog, a Julia,  me atentou para a possibilidade de simplesmente estar errado, de não retratar a realidade. E é melhor acreditar nisso mesmo. rs.

Mas isso tudo levantou uma questão para mim que nunca sequer havia passado pela minha cabeça: quanto tempo estamos dispostos a esperar?

Agora me parece uma pergunta óbvia, mas nunca considerei a possibilidade de demorar uma quantidade absurda de anos. Eu confio no sistema. Sei que pra mim é fácil falar, sim, porque não tive problema nenhum até aqui, nada a reclamar da minha experiência. (Mas sei que a realidade por aí é diferente). Mas confiar no sistema significa também conhecê-lo, saber que com o meu perfil um ano é pouco, dois anos talvez também seja. Mas quanto tempo é muito? Quanto tempo é demais? Quanto tempo é demais para mim?

Levo muito a sério o que a psicóloga e assistente social me disseram: vai passar de dois anos e é muito provável que seja preciso renovar a habilitação. Porque acho que elas disseram isso com o intuito de serem realistas, mas não fiquei triste nem frustrada, porque eu já sabia, pra mim dois anos não é muito tempo. E aí coloquei na cabeça que vai passar de 2, mas vai ser antes de completar 4 anos. Sei que não é ciência exata, mas sempre acreditei nisso.

Mas pela primeira vez veio o receio: e se não vier em 4 anos, nem 5, nem 6… Até quando estou disposta a esperar? Também pela primeira vez pensei na possibilidade de um plano B. Se a adoção não der certo, o que fazer? Mudo o perfil? Tento engravidar? O que quero mesmo é ser mãe e não importa de que maneira isso aconteça.

Mas como vou saber que a adoção não deu certo? Alguma vez será que isso já aconteceu com alguém? Sei lá… É mais provável que eu esteja me preocupando à toa, né? Minha hora vai chegar… vai sim !

Vocês já pensaram sobre isso? Quanto tempo estão dispostas(os) a esperar? Acho isso bem subjetivo, para mim um ano é pouco, mas para outras pessoas, um ano é tempo demais.

Beijos e até mais!

“Cada dia mais perto.”

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Quantas adoções foram realizadas em 2016?

Em 16/02/2017, o CNJ divulgou em seu site o número de adoções realizadas no Brasil em 2016. Foram 1226 adoções feitas pelo CNA.

Paraná (347), São Paulo (220), Rio Grande do Sul (191), Pernambuco (103) e Minas Gerais (57) foram os Estados com os maiores números de adoção. Aqui no Rio de Janeiro – chorem – foram 13 adoções. Isso mesmo. 13 em todo o Estado do Rio de Janeiro.

Eu sei, eu sei. Que o meu filho/a vai chegar na hora certa e tudo o mais. Mas, gente, 13?

Quando eu me habilitei só na minha COMARCA (na cidade do Rio tem 4, sem contar as outras cidades que são muitas) havia 532 pretendentes cadastrados. Hoje, no Estado do Rio tem 3497 pretendentes e 517 crianças. E TREZE adoções.

Se me dissessem que o motivo de ter tido 13 adoções foi porque haviam 13 crianças abrigadas, OK. Mas pelo Brasil todo são mais de 45 mil crianças acolhidas, dessas 7158 estão disponíveis para adoção.

Já sei o que vão me dizer: isso acontece porque os pretendentes querem um perfil de criança que não condiz com a realidade. Eu SEI! Se eu ganhasse um real cada vez que ouvisse isso, eu tava rica! rs Mas TREZE?

Como é que faz para não surtar e focar no copo meio cheio?

O jeito é a gente se mudar pro Paraná! rs

Segue a lista do número de adoções por Estado:

  • AC 4
  • AM 9
  • AP 2
  • BA 24
  • CE 52
  • DF 50
  • GO 15
  • MA 10
  • MG 57
  • MS 29
  • MT 18
  • PA 12
  • PB 25
  • PE 103
  • PI 3
  • PR 347
  • RJ 13
  • RN 9
  • RO 8
  • RS 191
  • SC 19
  • SE 20
  • SP 220
  • TO 3

Fonte: Site do CNJ

Até a próxima. Bom Carnaval para vocês (espero não ter desanimado todo mundo)rs

“Cada dia mais perto”(eu acho. rs)

 

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Por que desisti do Apadrinhamento Afetivo?

Oi, gente!

Há algum tempo atrás, antes de eu entrar com o processo de habilitação, eu vim aqui falar que eu estava estudando a possibilidade de fazer o apadrinhamento afetivo, isso foi em agosto do ano passado. Aí eu me dei conta que eu nunca mais falei sobre isso, depois do post sobre a diferença entre apadrinhamento afetivo e família acolhedora.

Por isso, hoje eu vim falar sobre por que eu desisti de apadrinhar uma criança.

Na época, eu tinha pensando no apadrinhamento, porque eu e meu marido havíamos decidido adiar o projeto da adoção, por tempo indeterminado. E essa decisão foi muito difícil pra mim. A gente já havia ido às reuniões obrigatórias no GAA e foi um balde de água fria. Mas a vontade de me tornar mãe ficou e aí… o que fazer com isso? Pensei no apadrinhamento! O nome já diz, o apadrinhamento é AFETIVO. Afeto é o que não falta aqui. rs.

Só que foi um impulso. Pensei nisso. Gostei da ideia. Escrevi o post. Mas não estudei o assunto antes. E conforme fui pensando mais e amadurecendo a ideia, deixou de fazer sentido pra mim.

Em primeiro lugar, apadrinhar não é sinônimo de adotar. O que significa na prática que eu poderia estabelecer uma relação afetiva com a criança e depois ela ser adotada por outra pessoa e eu ter de lidar com isso ou, pior ainda, depois de estabelecida a relação de afeto com esta criança eu poderia adotar o bebê que tanto quero e a criança ter de lidar com isso. Não me pareceu certo.

Pesquisando, descobri que as crianças encaminhadas para este projeto (ao menos aqui na minha comarca) são aquelas das adoções necessárias, isto é, crianças que não possuem perfis preferidos pelos pretendentes. Então eu necessariamente apadrinharia uma criança fora do meu perfil e aí das duas uma: ou eu acabaria ampliando meu perfil para poder adotar meu afilhado ou eu adotaria meu bebê e faria não-sei-o-quê com minha relação com meu afilhadinho.

E é isso. Eu demorei muito tempo para decidir pelo meu perfil, e eu tenho certeza que das duas possibilidades acima, eu optaria por ampliar meu perfil. Isso não seria uma coisa ruim necessariamente, mas talvez fosse pelo motivo errado. Uma decisão baseada completamente na emoção, enquanto eu demorei tanto para escolher meu perfil, equilibrando a emoção e a razão.

Enfim, nós acabamos, poucos meses depois, retornando com o projeto da adoção e entramos com o processo de habilitação, como vocês já sabem.

Eu ainda tenho vontade de fazer o apadrinhamento afetivo em outro momento da minha vida, só que já pensando na possibilidade de fazer a adoção do afilhado ou talvez eu só amplie meu perfil mesmo, mas de maneira calma e tranquila, sem decisões impulsivas.

Vocês conhecem o projeto ou já pensaram em apadrinhar?

Abraços e até mais!

“Cada dia mais perto”

 

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(by ele) Sobre esperar, por tempo indeterminado

Atendendo ao pedido de minha esposa (essazinha aí do blog Sobre Adoção), vim escrever um pouco sobre a espera, sob o meu ponto de vista.

A espera de alguém que não sabemos quando chegará é algo perturbador, ainda mais se tratando da maior responsabilidade que alguém pode ter na vida: outra vida. Já imaginou? Estou eu de bobeira trabalhando, como em qualquer dia, e meu telefone toca, e é uma assistente social me dizendo que meu filho (ou minha filha) está lá, para eu buscar, AGORA!

Ou pior, estou em alguma situação que não posso ser contatado e minha esposa recebe a ligação e vai buscar a criança sem mim… Chego em casa e encontro ambos lá, se curtindo e felizes. Como me sentiria? Será que eu sobreviveria ao impacto?

Exageros à parte, tenho a total certeza de que será o primeiro melhor momento da minha vida, onde todo o restante se tornará ínfimo perante ele: a espera, a preocupação de lidar com os gastos (ainda mais nessa crise…), a preocupação maior de não saber se darei conta de ser pai…

No fim, só posso concluir que vai ser maravilhoso, não tenho dúvidas. Mas todo o momento anterior será (já está sendo), no mínimo, complicado. Saber que passaremos de uma situação de futuros pais que não sabem quando seu bebê vai chegar, a um casal com um filho, DE UM DIA PARA O OUTRO, é o que mais me assusta. Mas, como disse anteriormente, a partir do momento que a criança chegar, todo o resto passará a ser ínfimo.

O problema é viver o “até lá”.

E vamos vivendo, até lá…

“Cada dia mais perto”

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Lista de desejos

Olá, pessoas!

Eu estava por aí vendo vídeo de canal gringo e a mulher  – que havia adotado há pouco tempo – estava falando que ela fez uma lista, antes do bebê chegar, de coisas que gostaria de fazer quando se tornasse mãe.

Como nada se cria, tudo se copia, resolvi fazer o mesmo. Daí listei 5 coisas (do tipo comercial de dia das mães) que sonho em fazer quando me tornar mãe.

  1. Carregar meu baby no sling;
  2. Cantar e/ou ler pra fazer dormir;
  3. Ser acordada pela manhã com beijos, abraços e bagunça (mas não TODA manhã. rs);
  4. Ouvir os sons de risada e peraltices infantis pela casa;
  5. Fazer passeios e/ou caminhadas ao ar livre.

Eu poderia fazer uma lista de 500 coisas, mas essas são aquelas com que vivo sonhando – dormindo ou acordada.

Acho também que vai ser interessante ver o que vai ser real ou vai ficar na idealização da minha maternagem.

E vocês? Já pensaram nisso alguma vez?

Abraços e até mais.

“Cada dia mais perto”

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E lá se foram 2 anos…

Em agosto completamos 2 anos que decidimos entrar com o processo de habilitação – já tínhamos escolhido a adoção para nos tornarmos pais e estudado e amadurecido a ideia – mas em agosto de 2014 decidimos entrar de fato com o processo. Um mês depois eu iniciei este blog…

Um montão de coisas aconteceram. Fomos em nossa primeira reunião na Vara da Infância no dia 28 de agosto de 2014… exatos dois anos atrás. Fomos nas reuniões obrigatórias dos GAA e … decidimos esperar mais um pouco. Nos questionamos, então, se estávamos mesmo preparados para sermos pais. Na época, bateu uma frustração, mas hoje eu sei que foi necessário, porque isso nunca mais passou pela minha cabeça: eu tenho certeza que estou pronta e tenho certeza do que eu quero. E sei que meu marido também precisou desse tempo.

E então só em Outubro de 2015 retomamos a missão de juntar a documentação e em Dezembro demos entrada no processo. Faz quase 9 meses! E aqui estamos, habilitados, esperando na famosa ‘fila’.

Durante todo esse tempo já fiquei muito ansiosa, já relaxei, fiquei frustrada, preocupada… uma montanha russa de emoções. rs.

Mas aí fiquei pensando em como o tempo passou rápido.E nós, habilitados, sabemos o quanto o tempo parece ser nosso inimigo. Mas não é não. Porque se tem uma coisa que o tempo faz é passar. E nesse caso, essa é uma vantagem… Os dias tornam-se semanas, semanas tornam-se meses e meses, anos. Difícil mesmo é quando a gente quer que o tempo pare ou volte porque isso ele não faz.

É preciso aprender a focar no presente porque o tempo vai passar e nossa hora vai chegar.

Abraços!

“Cada dia mais perto”

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Sobre o destino

Oi, pessoal!

Eu sempre fui uma pessoa cética… acho que a maior parte de mim ainda é.

Mas a adoção mudou algo em mim. Hoje eu acredito muito em destino, em estar pré-destinado.

Acho difícil acreditar que foi mera coincidência encontrar um companheiro que, além de ser tão perfeito pra mim, também vê a adoção com tanta naturalidade. Que também acredita que o amor não está relacionado com a consanguinidade. Que também acredita que existem duas maneiras de ter filho, mas uma maneira só de ser pai/mãe.

E aí tem nosso filho ou filha. Que a gente não sabe de onde vem e nem quando vem. Não sabe qual sua história. Tampouco sabe se elx já é ou se ainda vai ser (à propósito quão louco é pensar que nossx filhx pode estar nascendo nesse momento, estar na barriga de alguém ou em algum outro lugar desse mundão?).  A gente não sabe nada disso, mas eu acredito que tem uma criança destinada a entrar em nossas vidas. Não acho que vai ser por mero acaso da fila, mas porque nascemos uns para os outros.

Tenho fé que as coisas vão acontecer do jeitinho que tem que ser.

Até mais!

“Cada dia mais perto!”

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Três meses de gestação

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Nosso elefantinho Horton.

Oi, pessoal!

É isso aí… hoje completamos 3 meses de “gestação” (a entrega do certificado foi dia 19 de maio, mas estamos na fila desde o dia 12 de abril, dia da sentença).

Se fosse uma gestação tradicional, faltariam breves 6 meses para conhecermos nosso bebê.

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Idade Gestacional de 12 semanas (3 meses) Fonte: BabyCenter

Mas nossa gestação de elefante tem, provavelmente, muitos outros indefinidos números de meses nos separando.

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3 meses do elefantinho  Fonte: ócio.net

Mas o fato é que, pro bem ou pro mal, se tem uma coisa que o tempo faz é passar. E talvez por terem sido meses turbulentos, esses eu nem senti.

Sei que é bobeira, mas, gente, posso comemorar o fato de estar três meses mais perto do encontro? Posso! Ebaaaaaaaa!

Até breve! :*

“Cada dia mais perto!”