Habilitação · Minha adoção · Nossa história · Sem categoria

Sobre a Renovação – Parte II

Oi, pessoas, tudo bom?

Finalmente consegui vir aqui contar as novidades da renovação da habilitação. No final de maio voltamos à Vara para dar entrada no processo. Além de entregar os documentos no cartório, também fomos conversar com a Assistente Social que acompanha nosso caso sobre a nossa situação.

A entrega dos documentos ocorreu tranquilamente. E então fomos conversar com a assistente social. Para nossa surpresa (e tristeza) era o último dia dela, ela se aposentou. É uma pena porque ela é uma profissional excelente e bem atenciosa.  Mas enfim, explicamos para ela o que havia acontecido e, primeiramente, ela perguntou se ainda queríamos adotar. Respondemos que sim. Então ela perguntou se nós achávamos que daríamos conta de receber uma criança agora. Meu coração apertou, mas a verdade é que não, não daríamos conta. Mal estou dando conta de mim, pra ser bem sincera. E foi essa nossa resposta: Não.

Então, como vamos proceder? Nosso processo vai ser desarquivado (como é de praxe nos casos de renovação), seremos chamados para novas entrevistas com assistente social e psicóloga e durante as entrevistas vamos contar mais uma vez o que está acontecendo, porque vai ser outro profissional. E então, vamos solicitar a suspensão da habilitação.

Como funciona a suspensão da habilitação? Basicamente a gente vai sair da fila temporariamente e depois quando estivermos prontos, a gente volta no mesmo “lugar” da fila. O interessante aqui é que a gente não vai pro final da fila e de certa maneira não perde tempo, porque a fila da adoção é formada com base no perfil escolhido, mas também considera a data do processo. E tendo o processo mais antigo, teremos prioridade. Deu pra entender?

A assistente social tranquilizou a gente, dizendo que isso é bem comum, afinal em dois anos de habilitação, muita coisa pode acontecer, casais se separam, tem outros filhos e pessoas, como eu, adoecem.

Quanto tempo dura a suspensão? Pelo tempo que a gente precisar. Mas caso passe de dois anos (Deus me livre) teremos que apresentar a documentação que possui validade novamente, ou seja, atestado médico e antecedentes criminais. E passar mais uma vez pelas entrevistas. Os mesmos procedimentos de uma renovação.

Nós não sabemos quanto tempo vamos ficar com a habilitação suspensa. O plano é voltar depois que eu tiver feito o transplante e me recuperado da cirurgia. Segundo o meu médico, não dá pra precisar quanto tempo vai durar a recuperação. É tudo muito incerto. Mas acho provável que demore mais um ano, pelo menos.

E como estou me sentindo com tudo isso? Na verdade, fiquei bastante aliviada de ter essa opção de suspender a habilitação, sem perder MUITO tempo. Tinha receio de ter de começar tudo de novo. Além disso, não tenho pensado tanto nisso, porque estou fazendo os exames do pré-transplante, fazendo o tratamento e lidando com os sintomas e com essa minha nova vida. E apesar dos medos e inseguranças, tenho fé de que nosso encontro vai acontecer. Não vou falar que não doeu quando a assistente social perguntou se caso tivesse uma criança para nós, se gostaríamos de receber a ligação e então negar ou se preferiríamos que já nos tirassem da fila. Preferimos sair da fila. Vai doer menos do que ter que dizer NÂO para uma criança. Mas dói mesmo assim.

Volto quando tiver novidades ( e disposição para escrever).

Até a próxima!

Cada dia mais perto.

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Então é Dia das Mães…

Então é dia das mães… “e o que você fez?” rs

Mais um ano, né minha gente? E incrivelmente eu estou mais longe de realizar esse sonho do que eu estava ano passado. Pelamor, como foi que isso aconteceu?

Eu tinha tanta, tanta certeza que era só questão de tempo. “E o tempo sempre passa”, eu disse.  Como se eu soubesse alguma coisa da vida. A questão é que ele não passa como a gente quer. Nós não fazemos planos na vida, isso é só uma ilusão; é a vida que tem planos pra gente.

No momento, passo metade do tempo tendo fé que a vida ainda vai me fazer sorrir e outra metade sem conseguir acreditar. Eu só sei que eu quero. Meu Deus (!) eu quero TANTO ser mãe. Mas com saúde, com disposição .. e sabe lá Deus se isso ainda é possível.

Vocês me perdoem. Esse blog ficou deprimente demais, né? rs Mas não me abondonem. Vai melhorar! rs

Acho melhor terminar esse post com uma mensagem otimista: Não desistam! rs

E Feliz Dia das Mães também pra quem só é mãe no desejo.

“Cada dia mais perto.”

 

Gestação do coração · Habilitação · Processo · Sem categoria

Sobre a Renovação – Parte I

Olá, pessoas!

Saudades daqui, saudades de falar com vocês!

Trago novidades. Boas, dessa vez.

Eu e meu marido finalmente fomos na Vara para dar entrada na renovação da habilitação. Não conseguimos. rs Vocês já sabem como é a burocracia, né?

Pegamos o formulário para fazer o pedido da renovação, mas também vai ser preciso apresentar novamente os atestados de saúde física e mental e as certidões negativas de antecedentes criminais. Aqui no Rio não servem aquelas disponíveis na internet, é preciso ir na Central de Distribuição Cível, pegar as 8 certidões. E elas demoram sete dias úteis para ficarem prontas.

Eu estava super ansiosa, mas acaba que já estamos no limite do prazo. A assistente social explicou que devemos entregar os documentos até o dia 19 de maio, quando terminam nossos dois anos de validade da habilitação, para que a gente permaneça inscrito no Cadastro. Mas o processo de entrevistas pode e deve acontecer depois. Por mim tudo bem porque eu já perdi a pressa. A gente deve voltar lá semana que vem ou quando as certidões ficarem prontas.

Agora minha preocupação é em relação ao atestado médico. Será que tenho saúde física? Será que algum médico vai querer atestar isso? E ainda, durante as entrevistas, será que a equipe da Vara vai me achar capaz de ser mãe nas condições atuais? Nem eu tenho certeza disso mais. Muitas dúvidas e medos habitam meu pensamento.

Logo eu que só tinha certezas, agora sou toda insegurança.

Mas o que tiver de ser, será. Está escrito!

Abraços e até mais!

Cada dia mais perto.

 

Gestação do coração · Nossa história · Sem categoria · Wesley

Carta para Wesley II – Me espera

Filhx,

já faz tempo que não te escrevo. É que você ficou mais distante. Na verdade, fui eu que me distanciei de você.

Às vezes a vida faz questão de nos mostrar que não temos controle de nada e que ninguém é feliz o tempo todo. Mas a vida também me mostrou que sou muito mais forte do que pensava e o meu desejo de ter você também é. Não, na verdade, eu me TORNEI muito mais forte e meu desejo de te encontrar também se fortaleceu. Porque hoje sou outra mulher. Talvez eu precisasse passar por tudo isso para me tornar uma mãe melhor para você. E se foi por isso, vai ter valido a pena.

Pensar que você vai estar me esperando quando isso passar é o que mais me motiva. Eu quero viver para te conhecer… e te ver crescer, se Deus permitir. Penso que isso só vai deixar nossa história mais bonita, nosso encontro mais valioso e minha vida, com mais sentido.

Mais do que nunca acredito em destino, em Deus.  Acredito que estamos destinados um ao outro. Então preciso que você aguente firme aí e vou aguentando aqui.

Eu não sei quanto tempo mais falta para a gente se encontrar, mas eu vou estar aqui te esperando. Por favor, filhx, me espera.

Cada dia mais perto.

Carta para Wesley – Enquanto você não vem

Oração para você

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Cada dia mais perto?

Oi, pessoal !

Continuo muito imersa no meu problema de saúde, no tratamento, nas consultas, nos sintomas. Sinceramente, é isso que toma grande parte do meu tempo e pensamento. E não é bonito… nem preciso dizer, né? Vivo indo a hospitais e médicos, o que significa que passo muito tempo em contato com o sofrimento alheio quando não estou lidando com o meu próprio sofrimento. E é essa parte feia e cruel da vida que tenho visto e sentido a maior parte do tempo. A ponto de às vezes esquecer que a vida é mais do que isso… parece loucura, mas às vezes acho que a vida se resume a isso.

Só que não é verdade! A vida é muito mais que isso. Já vivi tanta coisa boa, agora estou vivendo uma fase difícil. Mas ela vai passar também! Só fica difícil de enxergar isso no meio da tempestade.

Mas tem dias mais felizes que eu consigo ver! Consigo olhar lá pra frente e enxergar minha vida com meu filho, aquela vida que eu venho sonhando há tanto tempo. Depois que tudo isso passar!

Não consigo mais pensar nisso diariamente como pensava antes, mas às vezes meu filho aparece no meu pensamento e é tão bom! Pensar numa vida com ele(a), me faz feliz. Mais do que isso, me dá forças! Força pra aguentar cada mal estar, cada diagnóstico ruim, cada cirurgia e cada cicatriz… e daqui um tempo só vão sobrar as cicatrizes mesmo.

Eu parei de terminar os posts do blog com minha frase “cada dia mais perto”, porque parei de acreditar nisso. Se antes parecia tão perto, com a os dois anos de fila chegando, de repente abriu-se um abismo. Um abismo tão grande que eu não conseguia mais enxergar. Parecia o fim do caminho. Agora sei que só preciso construir uma ponte, ultrapassar cada obstáculo. Agora sei que o MEU bebê ainda vai estar me esperando do outro lado. O que tiver de ser meu, vai ser, não importa o que aconteça.

Esse post ficou muito mais dramático do que eu estava planejando. rs. Desculpem. Prometo que vou me esforçar para voltar com a programação normal.

Até mais, pessoal!

Cada dia mais perto SIM!

 

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Um pouco sobre destino

Oi, gente!

Estou muito na dúvida se devo continuar atualizando o blog sobre meu estado de saúde, porque foge da temática proposta. Mas por enquanto ainda não consigo pensar em outra coisa. O que vocês acham?

Mas como o último post foi bem dramático, achei bom voltar para dar mais tranquilidade a vocês que me acompanham. Porque eu estou mais tranquila e mais conformada. E também tenho me sentido melhor, menos efeitos colaterais da diálise.

Eu continuo fazendo a hemodiálise e ainda vou começar o processo para o transplante, mas estou emocionalmente mais forte.

Não desisti da adoção, não desisti de ter filhos.

Sabem quando eu falava em destino? Que achava que estava destinada encontrar meu filho nesse mundo? Agora acredito ainda mais nisso. Fico pensando que Papai do céu já sabia que eu ia iria passar por isso e colocou a vontade da adoção no meu coração. Nunca entendi direito de onde veio esse desejo e vocês sabem que sempre causou estranheza nos outros, pelo fato de não ter nenhum problema de fertilidade. Mas para mim sempre foi tão natural, e para meu marido também

Agora faz ainda mais sentido. Porque não sei se posso gerar filhos mais, porque talvez eu esteja com menopausa precoce (ainda não diagnosticada), por causa da insuficiência renal. E sem dúvida seria uma gravidez mais arriscada. Mas esse sofrimento eu não vou ter, de não poder engravidar, porque já não estava nos meus planos.

Por outro lado, tenho medo de fazer muitos planos e não poder realizar. Dizem que depois do transplante, a vida segue (quase) normal.  Então o plano é retornar para o mundo da adoção depois do transplante. Mas não tenho mais segurança em pensar muito no futuro, porque as coisas mudam muito rápido. Em frações de segundo. Então, no momento torço para que Deus permita que eu realize meu sonho nesta vida.

Em março, no mais tardar, em abril, teremos que dar entrada na renovação da habilitação. Mas não sei ainda como vai ser.  Sei que não posso me tornar mãe agora, nessa situação. Claro que se eu já tivesse filhos, eu daria um jeito. Mas ainda não tenho. Não preciso fazer nenhuma criança passar por isso.  Quero estar totalmente disponível! Totalmente dedicada! Além disso, não sei nem se a equipe da Vara vai dar parecer favorável.

Ironicamente hoje torço pro telefone NÃO tocar. Porque a última coisa que quero é dizer NÃO para uma criança. E eu vou ter que dizer, caso aconteça. Talvez o melhor seja suspender a habilitação. Ainda não decidimos.

Bem, acho que é isso. Que tudo isso seja apenas um obstáculo no caminho para o encontro, né?

Torçam, orem por mim!

Abraços e até a próxima.

 

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Sobre a vida

A vida acontece… e a vida aconteceu.

Venho hoje aqui, depois de muito pensar, para dar uma explicação do meu sumiço. Ironicamente, meu último post tem o título de “sumidinha” no qual falei que estava com problema de saúde. Eu só não esperava que o probleminha de saúde era na verdade um problemão. Então, senta aí, que hoje eu vou abrir meu coração.

Vamos aos acontecimentos. Eu estava no último mês (dezembro) com muitos enjôos e vômitos. Cheguei a ir no médico por duas vezes, mas era mandada embora com prescrição de remédio para enjôo. Mas nada passava o enjôo. Pensei talvez ser gastrite ou outro problema de estômago, até em gravidez pensei.  Até que no dia 21 de dezembro fui a outra emergência, onde foi pedido exame de sangue e veio o diagnóstico. Insuficiência renal.

Fui internada direto no CTI – de onde pensei que não ia sair. Com o passar dos dias vieram  as notícias: insuficiência renal, grau 5 (vai até 5), causa desconhecida, e a necessidade de fazer diálise para sobreviver.

Pronto. Em 15 dias de internação vi o planejamento de toda minha vida adulta ruir. Pensava em como ia poder receber uma criança desse jeito. A reposta era que não ia, não caberia mais uma criança na minha vida e isso doeu tanto. Pensar que não ia realizar o maior sonho da minha vida, pensar que eu nem ao menos saberia quanto tempo ainda me restava nessa vida.

Hoje estou fazendo diálise em uma clínica, 3 vezes na semana por 4 horas. Estou na fila do transplante. Tenho dias bons e dias ruins. Estou tentando enxergar nisso uma segunda chance. E se eu não tivesse descoberto a tempo? Meus rins simplesmente pararam de funcionar, sem muitos sintomas. No fim, tenho sorte de estar fazendo o tratamento que me mantém viva. Sou grata por estar viva e por ter tanta gente cuidando de mim.

No momento, ainda acho difícil falar sobre essa questão de filhos. Hoje, não cabe uma criança em nossa rotina, estamos focados na minha saúde. E não quero ter filhos e deixá-los órfãos cedo. Por outro lado, penso que eu quero viver! E eu quero viver para realizar meu sonho, pra viver a maternidade.

Fico me sentindo uma idiota com todo o drama da espera. Como eu queria estar nessa espera gostosa, esperando por alguém tão maravilhoso. Hoje estou a espera do transplante, a espera de um milagre.

Quanto ao blog, eu amo isso aqui, mas acho que nesse momento a adoção e a maternidade não devem ser o foco. Mas vou tentar atualizar de vez em quando.

Vejo vocês na próxima, se Deus quiser.

 

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Sumidinha

Oi, pessoal!

Que saudade! Dei uma sumidinha de novo, né?

Mas estive doente e depois fiz uma viagenzinha com o marido.

Mais uma babymoon! Espero que seja a última! 🙂 rs

Bem, como ainda não estou cem por cento, mas também não quero ficar longe por muito tempo, vim hoje só pra contar uma novidade.

Nada demais… apenas que vamos antecipar um pouco a entrada na renovação da habilitação. Vamos em janeiro! Depois do recesso de final de ano.

Mudei nossa contagem regressiva… ! Falta só um mês, se tudo der certo.

Espero ver vocês em breve!

Beijos.

Cada dia mais perto!

 

Gestação do coração · Minha adoção · Sem categoria

Sobre aguentar

Oi, gente!!!

Às vezes no auge do meu dramalhão, me pego pensando que não, (!) não vou aguentar nem mais um, nem mais dois anos nessa bendita fila. Cara! Que mentira! Vou aguentar sim! Porque não tenho opção. rs

Como diz minha vó, o que não tem remédio, remediado está.

Até parece que tenho algum controle sobre isso (ou qualquer outra coisa na vida). Até parece que é por escolha. Não é. A gente aguenta da vida o que a vida exige da gente e ponto.

O que nos resta é tentar passar por cada fase da melhor maneira que somos capazes – com aqueles surtos de pirraça de vez em quando porque ninguém é de ferro.

No caso específico da adoção, escolhemos o perfil e lidamos com a demora que sabemos que está associada a essa escolha. Mas também nem sei até que ponto definir perfil é escolha, desejo ou vocação.

Nossa única alternativa, nesse caso, é desistir. Mas não vou me privar de uma vida com filhos só porque fico ansiosa demais com a espera. Desistir não vai resolver nosso problema.

Nos meus momentos de otimismo sempre digo que o tempo está a nosso favor, ele passa. Pro bem ou pro mal, ele passa. Tudo o que a gente precisa fazer é deixar ele passar. Difícil é quando a gente quer que o tempo volte, não é? Porque não inventaram máquina do tempo ainda. :p

Bem, quando começo a divagar e perder o sentido, é hora de parar. rs

Força para vocês e para mim. Vamos aguentar sim. Segura minha mão e vamos juntos!

Um dia de cada vez e cada dia mais perto.

Até mais!

Cada dia mais perto.

Gestação do coração · Habilitação · Processo · Sem categoria

Nova Lei

Oi, pessoas!

Provável, muito provável que todos já saibam disso. Mas me sinto na quase obrigação de vir aqui falar que o fora Temer assinou a lei 13 509 de 2017 que modifica o ECA no que se refere a adoção (rolaram uns vetinhos, mas tudo bem. rs). Quando a gente achava que 2017 não ia dar mais em nada, né?

Para ver na íntegra, leia aqui. 

De novidade boa o que tem?

  • Tem prazos bem definidos para que os processos andem e que as crianças passem o menor período possível sem convivência familiar (adotiva ou biológica, desde que saudável e feliz);
  • Essa lei também regulamenta alguns pontos do apadrinhamento afetivo;
  • E reforça que o bem-estar da criança é prioridade e responsabilidade do Estado e da sociedade.

Quanto aos prazos, achei ponto alto:

§ 10.  O prazo máximo para conclusão da ação de adoção será de 120 (cento e vinte) dias, prorrogável uma única vez por igual período, mediante decisão fundamentada da autoridade judiciária.

Mas tem muitas outras coisas boas.

 

E quem tem preguiça de ler lei, tem essa matéria da grande mídia! (E um monte de outras pela internet afora).

E agora o que falta?

Falta cumprir a lei! A prática tá distante da teoria, mas já é um começo, né? Tô otimista hoje! rs

A notícia é boa para gestantes do coração, mas é melhor ainda para as crianças do Brasil – como deve ser!

Até semana que vem!

Abraços!

Cada dia mais perto!