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Sistema Nacional de Adoção. Bendito seja!

Oi, pessoal

O Cadastro Nacional de Adoção (CNA), finalmente, colocou as mudanças em prática, tornando-se , assim, no Sistema Nacional da Adoção e Acolhimento (SNA).

Minha expectativa para o novo sistema está altíssima. A proposta é acelerar as adoções, tornando o cruzamento dos dados das crianças com o dos pretendentes mais eficiente. E também tornando o processo mais transparente. Pelo o que eu entendi o CNA era só um cadastro mesmo (como nome já diz) que unia todos os pretendentes e crianças do país. Agora é um sistema (também muito auto explicativo), com inteligência para promover o encontro dos dois grupos.

Se quiserem ler mais sobre o sistema podem clicar aqui.

O sistema já está no ar e os pretendentes habilitados, em teoria, já podem acessá-lo através da página do SNA. Digo “em teoria” porque eu mesma tive um pouco de dificuldade para fazer o acesso, mas recebi uma ligação da minha Vara da Infância e eles disseram que na migração do Cadastro para o Sistema ocorreram alguns problemas com algumas pessoas e eles estavam consertando uma a uma. Para acessar é necessário estar habilitado, aí é só entrar no menu Acesso a Pretendente e preencher os campos com seu CPF e Processo de Habilitação.

No ar desde o dia 12 de outubro, só consegui acessá-lo hoje. E finalmente consegui ver minha colocação na fila! Depois de mais de 3 anos! Finalmente um número para confortar meu coração. Sei que a colocação é só para dar uma ideia mesmo e eles fazem todas as ressalvas necessárias, por exemplo, que vai depender do perfil da criança desejada, mas já considero um grande avanço.

Enfim, a gente espera que o novo sistema de adoção e acolhimento possa cumprir melhor o seu principal papel de dar a todas as crianças brasileiras o direito de conviver em família.

Obs: Que bom escrever sobre esse assunto que amo de novo e esquecer um pouquinho da doença.

Até mais!

Cada dia mais perto!

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Atualizando…

Oi, pessoal.

Quanto tempo, né? É que além de não ter muita “cabeça” para vir aqui, não tenho muitas novidades. Mas sinto falta de escrever aqui e sinto muito por ter perdido tanta coisa. Tem algo de especial em escrever em blog, vocês não acham? É como escrever um diário, mas com a esperança de que mais alguém vai te entender e se identificar. E falando em sentir falta, o que eu mais sinto falta, com certeza, é de mim mesma. E de como as coisas eram antes. E de como o futuro era tão melhor e tão bom de ser planejado. Hoje eu evito pensar no futuro.

Continuo aguardando o transplante. Inacreditavelmente, em dezembro completarei 2 anos de “vida nova” – que em muitos aspectos é mais uma sobrevida do que uma vida propriamente dita.  Digo isso porque coloquei minha vida toda no pause: meus planos para o trabalho, estudos, filhos e até meu casamento. Tudo se resume à Doença Renal e ao transplante e às consultas e aos remédios e aos exames e à diálise e por aí vai.

No entanto, recentemente o médico do trabalho mandou eu voltar ao serviço. Como se minha rotina já não fosse cansativa. Meu dia tem 14 horas, porque as outras 10 horas eu passo na cama fazendo diálise. Mas achei que podia ser melhor pra mim, recuperar algum senso de normalidade na minha vida. Mas no final das contas é só cansativo mesmo. E na maioria dos dias eu nem consigo ir.

Eu continuo na dúvida sobre seguir com o plano de ser mãe um dia. Não acho justo fazer uma criança conviver com uma mãe de saúde frágil. No final das contas, acho que preciso aprender a ter um novo sonho, porque, pensem comigo, eu passei pelo menos uns 5 anos sonhando e idealizando meu futuro com meu filho; eu sonhei tanto com cada brincadeira, cada abraço, cada birra; sonhava com a rotina de dar banho, dar comidinha e ninar pra fazer dormir; sonhei com fralda suja, com a casa barulhenta e com as “malcriações”. Eu sonhei tudo, mas nunca imaginei meu filho indo me visitar no hospital, meu marido tendo que se virar sozinho. A carga emocional de uma doença crônica é muito pesada e eu só quero uma vida leve pro meu filho. Então, talvez eu só precise aceitar que minha maternagem vai ter peculiaridades. Ou talvez seja puro egoísmo prosseguir com essa ideia.

Mas essa não é uma decisão que devo tomar agora e nem sozinha, porque esse sonho nunca foi só meu, não posso simplesmente tirar isso do meu marido.

Por hoje é tudo. Vim só matar um pouco a saudade. A gente se vê na próxima.

Cada dia mais perto.

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Cada dia mais… longe?

Quem é vivo sempre aparece, né? Logo aqui estou! rsrs Graças a Deus!

Gente, finalmente saiu a renovação da habilitação. Demorou quase um ano – imagino que a equipe da Vara não dê prioridade para renovação porque a gente não sai da fila pra renovar, é só um processo mais burocrático mesmo. Inclusive descobri que em muitos lugares do Brasil nem existe renovação de habilitação.

No dia 08 de Abril fomos lá na Vara buscar o certificado que dessa vez tem validade de 03 anos. Assistimos mais uma vez a palestra (junto com pessoas que estavam se habilitando), então não teve muita novidade, só as perguntas de sempre: quanto tempo demora, se o cadastro é nacional, esse tipo de coisa. Exceto por uma nova informação, que nos leva ao título desse texto: o tempo médio de espera para perfil similar ao meu aumentou de 2 a 3 anos para de 3 a 5 anos. É isso mesmo que você está lendo! 5 anos! O que aconteceu: em 2015 (que foi quando eu entrei com o processo de habilitação) a Vara se dividiu, mas uma Vara ficou com a maioria dos pretendentes (a minha!) e a outra ficou com a maioria das crianças, dessa forma a fila da minha Vara passou a andar mais devagar, aumentando o tempo médio de espera.

Aí eu fico pensando no meu mantra, que por tanto tempo achei genial, infalível: ” Cada dia mais perto.” O raciocínio era o seguinte, não importa o tempo que demore, cada dia que passa é um dia a menos de espera, logo a cada dia estarei mais perto do encontro. Mas a vida, senhoras e senhores, é imprevisível e é melhor a gente aceitar isso. A impressão que tenho agora é que está cada vez mais longe. Primeiro veio a doença deixar tudo de cabeça pra baixo, meus planos todos tiveram de ser repensados, adaptados, de alguma forma. E agora mais essa. Desde o começo do processo eu tenho a informação de que a espera média é de 2 a 3 anos e em 12 de abril fizemos 3 anos de habilitados. Pensei, agora vai! Vai ser só o tempo de fazer o transplante e me recuperar. Hahaha. Ledo engano.

Com isso, não sei mais se vou suspender a habilitação, porque se ainda tenho um, dois anos de espera pela frente (se não aumentar de novo) qual o sentido de suspender?

Bem , é isso.

Quanto ao transplante ainda estou sendo enrolada, mas sou a próxima da fila (foi o que me disseram). Continuo esperando. Sorte a minha que sou expert em esperar, né? rs.

Até mais, pessoal! Abraços para todos!

Cada dia mais perto?

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Será que ainda tem alguém aí?

Oi, gente.

Tem alguém aí? rs Pra quem estava na dúvida, eu continuo por aqui.

O processo de renovação da habilitação ainda não foi concluído. Tá demorando demais, né? Já fomos fazer as entrevistas, mas o processo ainda está tramitando. Isso também significa que ainda não suspendemos a habilitação oficialmente. A “boa” notícia é que não tenho mais pressa, então tudo tranquilo. E rumo aos 3 anos de habilitação.

Quanto ao transplante, já fiz todos os exames necessários. Minha irmã também. Agora só falta o médico marcar a cirurgia. Mas ele já marcou e desmarcou três vezes, logo sigo esperando.

Tenho me sentido bem melhor. Tanto física quanto emocionalmente. Os dias ruins, embora ainda presentes, agora são exceção. Alguns dias ainda tenho dificuldade em aceitar que vou conviver com essa doença até o fim dos meus dias. Alguns dias ainda me pergunto se ter filhos nessa condição é uma ideia boa. Mas aí passa. Viver um dia de cada vez ajuda bastante.

Hoje tenho esperança de que vou viver dias felizes ao lado meu filho (ou filha). Não penso que vou voltar a ser feliz um dia, porque acho que já sou feliz agora. Os dias mais sombrios já ficaram pra trás.

Bem, é só isso. Queria só atualizar vocês da minha vida – se é que alguém se interessa. kkk

Abraços e até a próxima!

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[Renovação] Entrevista Assistente Social

Oi pessoal.

No dia 26 de setembro fomos à Vara da infância fazer a entrevista com a Assistente Social para a renovação.

Dessa vez demorou bastante pra sermos chamados (em comparação com a habilitação), mas dessa vez nós também não estamos com essa pressa toda. Na verdade, essa demora está nos beneficiando.

Mas enfim. Fomos lá, conhecemos a assistente social nova. Gostamos dela também. Mais uma vez foi bem tranquilo. Ela confirmou algumas informações que estavam na nossa ficha e contamos a tal da novidade: doença renal, necessidade de suspender a habilitação, a ladainha que vocês já sabem . Rsrs.

Mantivemos o perfil, com exceção da condição de saúde. A Assistente Social nos orientou de colocar que aceitamos doenças tratáveis para podermos avaliar caso a caso . Essa questão é sempre complicada, porque é uma gama enorme de doenças. De fato, não dá pra dizer de antemão quais tipos de doença conseguimos lidar e quais não.

O próximo passo agora é entrevista com a psicóloga.

Aí só depois que sair a renovação, devidamente assinada pelo juiz, que daremos entrada oficialmente na suspensão. Considerando que meu transplante está se aproximando, talvez, no final das contas, a gente nem saia oficialmente da fila. Vamos aguardar.

Bem, é isso. Foi bom demais matar a saudade.

Espero voltar em breve com notícias boas.

Cada dia mais perto. Eu tô sentindo.

Abraços.

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Atualização e blábláblás

Oi, gente! Que saudade daqui! Saudade de vocês! Saudade da minha antiga “eu”. rsrs

Então. Eu estava esperando o danado do processo de renovação andar pra vir aqui atualizar vocês. Mas ele está parado desde o dia 20 de junho, no Serviço Social. Aí fico na dúvida se ligo para dar aquela cobrada, porque eu e meu marido estamos na correria do tratamento e do transplante, e aí vai que eles marcam um dia que eu não posso. Aí estou esperando as coisas acalmarem para poder cobrar deles. E nisso já se passaram dois meses, né?

Mas aí resolvi vir aqui dá um “oi” pra vocês saberem que estou viva e bem, apesar de tudo, estou bem. E vou aproveitar a oportunidade para dar aquela problematizada só pra não perder o costume.

O que acontece: de um grupo de amigos, eu e meu marido fomos os primeiros a manifestar vontade de ter filhos. Agora nesse mês completam 4 anos desse humilde blog e, portanto, 4 anos que decidimos iniciar o processo de adoção. E isso foi um fato até ano passado quando veio a primeira notícia de gravidez. E agora já estão todos esperando seus bebês. E eu nem isso tô mais, né? Porque eu poderia dizer que também estou grávida do coração (há dois longos anos), mas não estou mais também.

E não me levem a mal. Fiquei muito feliz por todos. De verdade. Se tem uma coisa que gosto de receber é notícia de gravidez. (seja biológica ou por adoção) rsrs. Mas é frustrante sim. Eu tenho 30 anos, meu marido um pouquinho mais que isso, e a gente tá na fase de procriar, né? rs. Não é nenhuma regra, óbvio. Tem gente que tem filhos antes, depois ou nem quer ter. Mas nós queremos e a gente se planejou TANTO pra isso.  Entrei na fila antes porque pensei que 30 anos seria uma ótima idade para me tornar mãe. Entendam que não tem a ver diretamente com as conquistas dos outros, mas de alguma maneira isso dá ênfase aos meus planos frustrados.

Não sei, talvez seja mesquinho da minha parte mesmo. Mas ao invés de estar passando pela mesma fase que os amigos, estamos lidando com uma doença. Acho injusto demais com meu marido que tem feito acrobacia para dar conta de tudo, sinto que o estou privando dessa alegria. E ele merece tanto! (E eu também. rsrs).

Mas eu tenho que acreditar que nossa hora ainda vai chegar. Preciso acreditar!

Vejo vocês na próxima e espero que seja breve.

Abraços.

Cada dia mais perto!

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Sobre a Renovação – Parte II

Oi, pessoas, tudo bom?

Finalmente consegui vir aqui contar as novidades da renovação da habilitação. No final de maio voltamos à Vara para dar entrada no processo. Além de entregar os documentos no cartório, também fomos conversar com a Assistente Social que acompanha nosso caso sobre a nossa situação.

A entrega dos documentos ocorreu tranquilamente. E então fomos conversar com a assistente social. Para nossa surpresa (e tristeza) era o último dia dela, ela se aposentou. É uma pena porque ela é uma profissional excelente e bem atenciosa.  Mas enfim, explicamos para ela o que havia acontecido e, primeiramente, ela perguntou se ainda queríamos adotar. Respondemos que sim. Então ela perguntou se nós achávamos que daríamos conta de receber uma criança agora. Meu coração apertou, mas a verdade é que não, não daríamos conta. Mal estou dando conta de mim, pra ser bem sincera. E foi essa nossa resposta: Não.

Então, como vamos proceder? Nosso processo vai ser desarquivado (como é de praxe nos casos de renovação), seremos chamados para novas entrevistas com assistente social e psicóloga e durante as entrevistas vamos contar mais uma vez o que está acontecendo, porque vai ser outro profissional. E então, vamos solicitar a suspensão da habilitação.

Como funciona a suspensão da habilitação? Basicamente a gente vai sair da fila temporariamente e depois quando estivermos prontos, a gente volta no mesmo “lugar” da fila. O interessante aqui é que a gente não vai pro final da fila e de certa maneira não perde tempo, porque a fila da adoção é formada com base no perfil escolhido, mas também considera a data do processo. E tendo o processo mais antigo, teremos prioridade. Deu pra entender?

A assistente social tranquilizou a gente, dizendo que isso é bem comum, afinal em dois anos de habilitação, muita coisa pode acontecer, casais se separam, tem outros filhos e pessoas, como eu, adoecem.

Quanto tempo dura a suspensão? Pelo tempo que a gente precisar. Mas caso passe de dois anos (Deus me livre) teremos que apresentar a documentação que possui validade novamente, ou seja, atestado médico e antecedentes criminais. E passar mais uma vez pelas entrevistas. Os mesmos procedimentos de uma renovação.

Nós não sabemos quanto tempo vamos ficar com a habilitação suspensa. O plano é voltar depois que eu tiver feito o transplante e me recuperado da cirurgia. Segundo o meu médico, não dá pra precisar quanto tempo vai durar a recuperação. É tudo muito incerto. Mas acho provável que demore mais um ano, pelo menos.

E como estou me sentindo com tudo isso? Na verdade, fiquei bastante aliviada de ter essa opção de suspender a habilitação, sem perder MUITO tempo. Tinha receio de ter de começar tudo de novo. Além disso, não tenho pensado tanto nisso, porque estou fazendo os exames do pré-transplante, fazendo o tratamento e lidando com os sintomas e com essa minha nova vida. E apesar dos medos e inseguranças, tenho fé de que nosso encontro vai acontecer. Não vou falar que não doeu quando a assistente social perguntou se caso tivesse uma criança para nós, se gostaríamos de receber a ligação e então negar ou se preferiríamos que já nos tirassem da fila. Preferimos sair da fila. Vai doer menos do que ter que dizer NÂO para uma criança. Mas dói mesmo assim.

Volto quando tiver novidades ( e disposição para escrever).

Até a próxima!

Cada dia mais perto.

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Então é Dia das Mães…

Então é dia das mães… “e o que você fez?” rs

Mais um ano, né minha gente? E incrivelmente eu estou mais longe de realizar esse sonho do que eu estava ano passado. Pelamor, como foi que isso aconteceu?

Eu tinha tanta, tanta certeza que era só questão de tempo. “E o tempo sempre passa”, eu disse.  Como se eu soubesse alguma coisa da vida. A questão é que ele não passa como a gente quer. Nós não fazemos planos na vida, isso é só uma ilusão; é a vida que tem planos pra gente.

No momento, passo metade do tempo tendo fé que a vida ainda vai me fazer sorrir e outra metade sem conseguir acreditar. Eu só sei que eu quero. Meu Deus (!) eu quero TANTO ser mãe. Mas com saúde, com disposição .. e sabe lá Deus se isso ainda é possível.

Vocês me perdoem. Esse blog ficou deprimente demais, né? rs Mas não me abondonem. Vai melhorar! rs

Acho melhor terminar esse post com uma mensagem otimista: Não desistam! rs

E Feliz Dia das Mães também pra quem só é mãe no desejo.

“Cada dia mais perto.”

 

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Sobre a Renovação – Parte I

Olá, pessoas!

Saudades daqui, saudades de falar com vocês!

Trago novidades. Boas, dessa vez.

Eu e meu marido finalmente fomos na Vara para dar entrada na renovação da habilitação. Não conseguimos. rs Vocês já sabem como é a burocracia, né?

Pegamos o formulário para fazer o pedido da renovação, mas também vai ser preciso apresentar novamente os atestados de saúde física e mental e as certidões negativas de antecedentes criminais. Aqui no Rio não servem aquelas disponíveis na internet, é preciso ir na Central de Distribuição Cível, pegar as 8 certidões. E elas demoram sete dias úteis para ficarem prontas.

Eu estava super ansiosa, mas acaba que já estamos no limite do prazo. A assistente social explicou que devemos entregar os documentos até o dia 19 de maio, quando terminam nossos dois anos de validade da habilitação, para que a gente permaneça inscrito no Cadastro. Mas o processo de entrevistas pode e deve acontecer depois. Por mim tudo bem porque eu já perdi a pressa. A gente deve voltar lá semana que vem ou quando as certidões ficarem prontas.

Agora minha preocupação é em relação ao atestado médico. Será que tenho saúde física? Será que algum médico vai querer atestar isso? E ainda, durante as entrevistas, será que a equipe da Vara vai me achar capaz de ser mãe nas condições atuais? Nem eu tenho certeza disso mais. Muitas dúvidas e medos habitam meu pensamento.

Logo eu que só tinha certezas, agora sou toda insegurança.

Mas o que tiver de ser, será. Está escrito!

Abraços e até mais!

Cada dia mais perto.

 

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Carta para Wesley II – Me espera

Filhx,

já faz tempo que não te escrevo. É que você ficou mais distante. Na verdade, fui eu que me distanciei de você.

Às vezes a vida faz questão de nos mostrar que não temos controle de nada e que ninguém é feliz o tempo todo. Mas a vida também me mostrou que sou muito mais forte do que pensava e o meu desejo de ter você também é. Não, na verdade, eu me TORNEI muito mais forte e meu desejo de te encontrar também se fortaleceu. Porque hoje sou outra mulher. Talvez eu precisasse passar por tudo isso para me tornar uma mãe melhor para você. E se foi por isso, vai ter valido a pena.

Pensar que você vai estar me esperando quando isso passar é o que mais me motiva. Eu quero viver para te conhecer… e te ver crescer, se Deus permitir. Penso que isso só vai deixar nossa história mais bonita, nosso encontro mais valioso e minha vida, com mais sentido.

Mais do que nunca acredito em destino, em Deus.  Acredito que estamos destinados um ao outro. Então preciso que você aguente firme aí e vou aguentando aqui.

Eu não sei quanto tempo mais falta para a gente se encontrar, mas eu vou estar aqui te esperando. Por favor, filhx, me espera.

Cada dia mais perto.

Carta para Wesley – Enquanto você não vem

Oração para você